Fases do Capitalismo: resumo completo, capitalismo financeiro e exercícios
Do mercantilismo ao capitalismo informacional — entenda cada fase, o imperialismo, o fordismo, o toyotismo e a Divisão Internacional do Trabalho, com simulado de 15 questões e gabarito comentado.
O que são as fases do capitalismo? O capitalismo é o sistema econômico baseado na propriedade privada dos meios de produção, no trabalho assalariado e na busca do lucro. Ele não surgiu pronto: transformou-se ao longo dos séculos, passando por fases que reorganizaram o trabalho, a técnica e a produção do espaço geográfico. As principais fases são o capitalismo comercial (mercantil), o capitalismo industrial, o capitalismo financeiro (ou monopolista) e o capitalismo informacional. A passagem de uma fase a outra acompanha as revoluções industriais e as mudanças na Divisão Internacional do Trabalho. O capitalismo financeiro caracteriza-se pela concentração de capital, pela fusão entre bancos e indústria e pela formação de monopólios — e está historicamente ligado ao imperialismo do fim do século XIX. Por reunir economia, técnica, trabalho e globalização, o tema é um dos mais cobrados na Geografia do ENEM.
O que são as fases do capitalismo?
Dividir o capitalismo em fases é um recurso didático para compreender como o sistema mudou ao longo do tempo. Não são etapas isoladas: cada fase incorpora e transforma a anterior. Diferentes autores adotam classificações e datas ligeiramente distintas, mas a periodização mais usada no Ensino Médio é a que aparece na tabela abaixo.
| Fase | Período aproximado | Características | Palavras-chave |
|---|---|---|---|
| Comercial (mercantil) | séculos XV–XVIII | comércio, mercantilismo, expansão marítima, acumulação primitiva | Grandes Navegações, colonialismo, metalismo |
| Industrial | a partir do século XVIII | fábricas, máquinas, trabalho assalariado, urbanização | Revolução Industrial, liberalismo |
| Financeiro (monopolista) | fim do século XIX | concentração de capital, bancos + indústria, monopólios | imperialismo, cartéis, trustes, transnacionais |
| Informacional | a partir de 1970 | informação, tecnologia, redes globais | globalização, toyotismo, nova DIT |
Atenção: essa divisão é uma referência de estudo. O importante é entender o que muda de uma fase para outra — sobretudo na organização do trabalho e na relação entre países.
Capitalismo comercial ou mercantil
O capitalismo comercial desenvolveu-se entre os séculos XV e XVIII, no contexto das Grandes Navegações e da expansão marítima europeia. A riqueza vinha sobretudo do comércio — em especial do comércio colonial — e não ainda da produção industrial.
- Mercantilismo: conjunto de práticas em que o Estado intervinha na economia para acumular riqueza.
- Metalismo: medir a riqueza de um país pela quantidade de metais preciosos (ouro e prata) acumulados.
- Balança comercial favorável: exportar mais do que importar para acumular metais.
- Colonialismo e pacto colonial: exploração de territórios que forneciam matérias-primas e consumiam produtos da metrópole.
- Acumulação primitiva de capital: os lucros do comércio colonial ajudaram a financiar, mais tarde, a Revolução Industrial.
Assim, o capitalismo comercial ligou expansão territorial e formação do mercado mundial, preparando o terreno para a fase seguinte.
Capitalismo industrial
Com a Revolução Industrial (a partir do século XVIII, na Inglaterra), o centro da acumulação desloca-se do comércio para a produção fabril. Máquinas, carvão e a máquina a vapor multiplicam a escala de produção e transformam profundamente o espaço geográfico.
- Substituição do artesanato pela fábrica e pela produção em série.
- Difusão do trabalho assalariado e formação da classe operária.
- Urbanização acelerada, com o crescimento das cidades industriais.
- Liberalismo econômico: defesa do livre mercado e da pouca intervenção do Estado.
Veja também o simulado de Industrialização do Brasil e do mundo, com revoluções industriais, fordismo e toyotismo.
Capitalismo financeiro: o que é?
O capitalismo financeiro ou monopolista corresponde à fase de forte concentração e centralização de capitais, a partir do fim do século XIX, quando bancos e grandes empresas industriais se aproximam. Surge o capital financeiro — a fusão entre o capital bancário e o capital industrial —, base para a formação de grandes grupos e monopólios, no contexto da Segunda Revolução Industrial.
Elementos centrais: concentração e centralização de capitais, crescimento dos bancos, fusões, monopólios, oligopólios, cartéis, trustes, holdings, sociedades anônimas e o avanço das empresas transnacionais.
Monopólio × oligopólio × cartel × truste × holding
| Conceito | O que é |
|---|---|
| Monopólio | Uma única empresa controla a oferta de um produto ou setor. |
| Oligopólio | Poucas empresas dominam o mercado de um produto. |
| Cartel | Empresas independentes combinam preços, cotas ou repartição do mercado (acordo, não fusão). |
| Truste | Fusão/absorção de empresas de um mesmo setor sob um só comando, formando uma grande companhia. |
| Holding | Empresa que controla outras ao deter a maioria de suas ações. |
O que o imperialismo tem a ver com o capitalismo financeiro?
A expansão imperialista do fim do século XIX (a partilha da África e da Ásia) está ligada às transformações do capitalismo naquele período. Com a concentração de capitais, as grandes empresas e bancos passaram a buscar novos mercados, matérias-primas e áreas de investimento fora da Europa. A sequência costuma ser apresentada assim:
Segunda Revolução Industrial → concentração de capital → grandes empresas e bancos → busca de mercados e matérias-primas → expansão imperialista → novas relações de dependência econômica.
Capitalismo informacional
A partir dos anos 1970, com a Terceira Revolução Industrial (Revolução Técnico-Científico-Informacional), o capitalismo entra na fase informacional. A informação, a ciência e a tecnologia tornam-se as principais forças produtivas, e o mundo se integra em redes globais.
- Informática, telecomunicações, internet e automação.
- Globalização e expansão das empresas transnacionais.
- Financeirização da economia e circulação instantânea de capitais.
- Flexibilização produtiva (toyotismo) e cadeias globais de produção.
- Consolidação da nova Divisão Internacional do Trabalho.
Aprofunde seus estudos sobre globalização e o meio técnico-científico-informacional.
Fordismo × Toyotismo
| Fordismo | Toyotismo |
|---|---|
| Produção em massa e padronizada | Produção flexível, adequada à demanda |
| Grandes estoques | Just in time (estoques mínimos) |
| Linha de montagem rígida | Produção enxuta e flexível |
| Trabalhador especializado em uma tarefa | Trabalhador polivalente |
| Associado à produção em massa (2ª Rev. Industrial) | Associado à reestruturação produtiva (a partir de 1970) |
⚠ Pegadinha do ENEM
Toyotismo não é simplesmente “produção pequena”. O elemento central é a flexibilização da produção e a adequação à demanda, com redução de estoques e uso do just in time.
Capitalismo e Divisão Internacional do Trabalho (DIT)
A Divisão Internacional do Trabalho é a forma como as tarefas produtivas se distribuem entre os países. Ela acompanha as fases do capitalismo e é um dos temas mais cobrados no ENEM.
- DIT clássica: países periféricos exportavam matérias-primas e produtos agrícolas (commodities); países centrais exportavam manufaturados.
- Nova DIT: etapas industriais de baixo valor agregado migram para a periferia, enquanto pesquisa, tecnologia, marcas e gestão permanecem concentradas nos países centrais.
- Cadeias globais de produção: um mesmo produto é projetado, financiado e montado em vários países (dispersão produtiva + concentração do comando).
Para treinar mais esse tema, veja as questões de Geografia Humana do PlanetaGeo.
Resumo das fases do capitalismo
| Fase | Em uma frase |
|---|---|
| Comercial | Grandes Navegações + mercantilismo + colonialismo. |
| Industrial | Revolução Industrial + fábricas + trabalho assalariado. |
| Financeiro/monopolista | Bancos + grandes empresas + monopólios + imperialismo. |
| Informacional | Tecnologia + informação + redes globais + globalização. |
Dicas para acertar questões sobre capitalismo no ENEM
- Banco + indústria + concentração de capital → capitalismo financeiro.
- Cartel → empresas independentes combinando preços/oferta.
- Truste → concentração de empresas sob um mesmo comando.
- Produção em massa + linha de montagem → fordismo.
- Just in time + estoque mínimo → toyotismo.
- Redes digitais + globalização → capitalismo informacional.
- Imperialismo do século XIX → ligado à expansão do capitalismo monopolista.
- Matéria-prima + mercado consumidor → expansão imperialista.
- Cadeia produtiva espalhada pelo mundo → nova DIT.
- Tecnologia nem sempre melhora as condições de trabalho (precarização).
10 pegadinhas sobre as fases do capitalismo
- Confundir capitalismo comercial com industrial.
- Achar que capitalismo financeiro é só “existir banco”.
- Confundir cartel com monopólio (cartel é acordo entre independentes).
- Confundir fordismo com toyotismo.
- Achar que a globalização eliminou a desigualdade entre países.
- Confundir nova DIT com “ausência de indústria” na periferia.
- Reduzir o imperialismo a causas apenas políticas.
- Achar que toda transnacional produz tudo no país de origem.
- Confundir capital financeiro com dinheiro físico.
- Achar que tecnologia elimina automaticamente a exploração do trabalho.
Simulado: exercícios sobre as fases do capitalismo
Agora que você revisou as fases do capitalismo, teste seus conhecimentos com 15 questões oficiais do ENEM e de vestibulares sobre DIT, fordismo, toyotismo e globalização. Clique na alternativa que julgar correta — suas respostas ficam salvas neste navegador. Ao final, libere o gabarito comentado e confira a sua nota.
TEXTO I — Em 2016, foram gerados 44,7 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos, um aumento de 8% na comparação com 2014. (nacoesunidas.org, adaptado.)
TEXTO II — Há ainda quem exporte deliberadamente lixo eletrônico para o Gana. É mais caro reciclar devidamente os resíduos no mundo industrializado. Um negócio muito mais lucrativo é vendê-lo a negociantes locais, que o desmantelam e extraem os fios de cobre, derretidos ao ar livre, poluindo o ar e intoxicando os próprios jovens. (dw.com, adaptado.)
No contexto das discussões ambientais, as práticas descritas refletem um padrão de relações derivado do(a):
O uso de novas tecnologias pressupõe uma nova orientação no controle do capital e na qualificação da mão de obra. Dos efeitos dessa orientação, a terceirização, a precarização e a flexibilização aparecem como características do paradigma flexível, em substituição ao modelo taylorista-fordista. (HERÉDIA, V. Scripta Nova, 2004, adaptado.)
O uso de novas tecnologias relacionado a controle empresarial é criticado no texto em razão da:
Constatou-se uma ínfima inserção da indústria brasileira nas novas tecnologias da microeletrônica. Os motores do crescimento nacional, há décadas, são os grupos ligados a commodities agroindustriais e à indústria do antigo padrão fordista, limitada na potencialidade de inovação. (AREND, M. www.ipea.gov.br, adaptado.)
Um efeito desse cenário para a sociedade brasileira tem sido o(a):
As grandes empresas seriam representação de um exercício de poder. Salienta-se a ideia de enclave: plantas industriais que estabelecem relações escassas com o entorno, mas exercem grande influência na economia extralocal. (DAVIDOVICH, F. GeoUERJ, 2010.)
Que tipo de ação tomada por empresas reflete a forma de territorialização apresentada no texto?
A Divisão Internacional do Trabalho significa que alguns países se especializam em ganhar e outros, em perder. Nossa comarca no mundo, que hoje chamamos América Latina, foi precoce: especializou-se em perder desde os remotos tempos em que os europeus do Renascimento se aventuraram pelos mares. (GALEANO, E. As veias abertas da América Latina, 1978.)
O texto considera a participação da América Latina na DIT marcada pela:
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Conhecer a apostila →O toyotismo, a partir dos anos 1970, teve grande impacto no mundo ocidental, quando se mostrou para os países avançados como uma opção possível para a superação de uma crise de acumulação. (ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho, 2009, adaptado.)
A característica organizacional do modelo, requerida no contexto de crise, foi o(a):
O desenvolvimento pode ser visto como um processo de expansão das liberdades reais que as pessoas desfrutam. O crescimento do PNB pode ser importante como meio de expandir liberdades, mas estas dependem também de serviços de educação e saúde e dos direitos civis. (SEN, A. Desenvolvimento como liberdade, 2010.)
A concepção de desenvolvimento proposta fundamenta-se no vínculo entre:
O New Deal visa restabelecer o equilíbrio entre custo de produção e preço e reativar o mercado interno pelo controle de preços e da produção, pela revalorização dos salários e do poder aquisitivo das massas e pela regulamentação das condições de emprego. (CROUZET, M. História geral das civilizações, adaptado.)
Tendo como referência o entreguerras, as medidas descritas objetivavam:
A instalação de uma refinaria obedece a fatores técnicos. Um dos mais importantes é a localização, que deve ser próxima tanto dos centros de consumo como das áreas de produção. A Petrobras possui refinarias estrategicamente distribuídas pelo país. (MURTA, A. L. S. Energia, 2011.)
O fator determinante para a instalação das refinarias é a proximidade a:
A reestruturação global da indústria, condicionada pela gestão global da cadeia de valor dos grandes grupos transnacionais, promoveu um forte deslocamento do processo produtivo e redirecionou os fluxos de produção e investimento. (SARTI, F.; HIRATUKA, C. Unicamp, 2010.)
A dinâmica descrita expõe a complementaridade entre dispersão espacial e:
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Quero a apostila →No sistema capitalista, as manifestações de crise criam condições que forçam a algum tipo de racionalização. Essas crises periódicas têm o efeito de expandir a capacidade produtiva e renovar as condições de acumulação. (HARVEY, D. A produção capitalista do espaço, 2005, adaptado.)
A condição para a inclusão dos trabalhadores no novo processo produtivo é a:
O mundo entrou na era do globalismo. Todos estão sendo desafiados pelos dilemas e horizontes que se abrem com a formação da sociedade global — um processo de amplas proporções envolvendo nações, economias, culturas e civilizações. (IANNI, O. A era do globalismo, 1997.)
A expansão do sistema capitalista de produção nesse momento está fundamentada na:
Um carro esportivo é financiado pelo Japão, projetado na Itália e montado em Indiana, México e França, usando componentes inventados em Nova Jérsei e fabricados na Coreia. A campanha é desenvolvida na Inglaterra e filmada no Canadá. Teias globais disfarçam-se com o uniforme nacional que lhes for conveniente. (REICH, R. O trabalho das nações, 1994, adaptado.)
A viabilidade do processo de produção ilustrado pressupõe o uso de:
Quanto mais complicada se tornou a produção industrial, mais numerosos passaram a ser os elementos que exigiam garantia de fornecimento: o trabalho, a terra e o dinheiro. Numa sociedade comercial, esse fornecimento só poderia ser organizado tornando-os disponíveis à compra, organizados para a venda no mercado. (POLANYI, K., adaptado.)
A consequência do processo de transformação socioeconômica abordado é a:
O CADE condenou as empresas Roche, Basf e Aventis. Segundo o órgão, elas teriam restringido a oferta e elevado os preços das vitaminas A, B2, B5, C e E no Brasil, na segunda metade dos anos 1990. Já haviam sido condenadas por práticas semelhantes na Europa e nos EUA. (Adaptado de Valor Econômico, 2007.)
Desde o fim do século XIX, tornou-se marcante a formação de grandes empresas capazes de controlar a maior parte de um mercado. A notícia expressa a prática associada à característica do atual momento econômico:
Gabarito comentado e nota
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O que são as fases do capitalismo?
São as etapas históricas de transformação do capitalismo: comercial (mercantil), industrial, financeiro (monopolista) e informacional. A divisão é didática e ajuda a entender como mudaram o trabalho, a técnica e a organização do espaço.
Quais são as principais fases do capitalismo?
Comercial (séculos XV–XVIII), industrial (a partir do século XVIII), financeiro/monopolista (fim do século XIX) e informacional (a partir de 1970).
O que caracteriza o capitalismo financeiro?
A forte concentração e centralização de capitais, a fusão entre bancos e indústria (capital financeiro), a formação de monopólios, cartéis e trustes e a expansão das empresas transnacionais, no contexto da Segunda Revolução Industrial.
Qual a relação entre imperialismo e capitalismo financeiro?
A concentração de capitais no fim do século XIX levou grandes empresas e bancos a buscar mercados, matérias-primas e áreas de investimento, alimentando a expansão imperialista. Há diferentes interpretações históricas, mas é comum relacionar o imperialismo do período à expansão do capitalismo monopolista.
O que são monopólios, cartéis e trustes?
Monopólio é o controle de um mercado por uma única empresa. Cartel é o acordo entre empresas independentes para combinar preços e repartir o mercado. Truste é a fusão de empresas de um setor sob um só comando.
Qual a diferença entre fordismo e toyotismo?
O fordismo baseia-se na produção em massa, padronizada, com grandes estoques e trabalho fragmentado. O toyotismo produz sob demanda (just in time), com estoques mínimos, trabalhador polivalente e controle de qualidade — é a produção flexível.
O que é a Divisão Internacional do Trabalho (DIT)?
É a distribuição das tarefas produtivas entre os países. Na DIT clássica, a periferia exportava matérias-primas e o centro, manufaturados. Na nova DIT, etapas industriais de baixo valor migram para a periferia, mas tecnologia, pesquisa e gestão seguem concentradas nos países centrais.
Como as fases do capitalismo caem no ENEM?
Aparecem sobretudo em textos sobre DIT, fordismo, toyotismo, globalização e imperialismo. As questões costumam pedir a leitura crítica de um texto de autor (Milton Santos, Harvey, Ianni, Galeano) e a associação com um conceito. Todas as 15 questões deste simulado são de provas oficiais.
Referências e fontes confiáveis
Este conteúdo foi elaborado com base em fontes acadêmicas e institucionais reconhecidas. Para aprofundar o estudo:
- SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record. (meio técnico-científico-informacional e globalização.)
- HARVEY, David. Condição pós-moderna e A produção capitalista do espaço. São Paulo: Loyola/Annablume. (acumulação flexível; base da questão 11.)
- ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho. São Paulo: Boitempo, 2009. (fordismo e toyotismo; base da questão 6.)
- IANNI, Octávio. A era do globalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997. (base da questão 12.)
- GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. São Paulo: Paz e Terra, 1978. (DIT e dependência; base da questão 5.)
- IPEA — Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada: estudos sobre industrialização brasileira e a nova DIT (fonte citada na questão 3 do ENEM 2021).
- IBGE: dados oficiais de produção industrial e economia brasileira.
- UNCTAD: relatórios sobre comércio internacional e cadeias globais de valor.
- BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Médio. Brasília: MEC, 2018.
As questões pertencem ao ENEM (INEP) e à UERJ e são reproduzidas para fins educacionais. Gabaritos verificados de forma independente em fontes oficiais e de referência.


